Que céu é o limite para o escritor?

Escrever, para quem tem este dom, torna-se uma "brincadeira" ou um "trabalho sem esforço" como dizem alguns iniciados em ciências esotéricas.

 

 

Ir além dos muros

O dom é saber o que se escreve

Mas isso não é assim tão “sem esforço”, porque cabe ao escritor desenvolver outras habilidades como pesquisa - objetiva e subjetiva -, um olhar para fora e outro para dentro, simultaneamente ou não, e tudo passa a ser um ato mágico da criação.

Talvez o inconsciente seja comparável aos oceanos, ou à água em relação à terra que existem no planeta.

Mas de tudo isso fica bastante do escritor. Seu olhar e viés direcionados para cada objeto em particular sempre traz muito do que está dentro de sua alma.

Nessas apresentações, uma ideia sobre comportamentos padrões dos tipos de personalidade do Eneagrama dá um pouco a dimensão de como o olhar pode variar para ver as tendências de cada um.

 

Sabe quem se inquieta?

Ela, que está sempre se desfazendo em palavras porque ela é, acima de tudo, a essência dos homens. 

Escrever, no fim, é um ato de bondade. Pode nem parecer muitas vezes, em razão principalmente da ira transmitida em um texto pela alma do autor, mas ainda assim essa ira nada mais é do que dar o que já não cabe aqui dentro. 

Mas e na escrita profissional, será que é assim também? 

Não há dúvida. Se é preciso dar pinceladas sobre assuntos, temas e fatos que observamos em nosso dia-a-dia, isto se converte em doação de uma alma sedenta por participar, contribuir, e marcar seu tempo no destino que se cumpre. 

Seria então um destino da própria Vida maior que parece compartilhar com cada uma das almas viventes a sua glória de existir infinitamente.  

O autor não vive sem filosofar, como se pode ver. Pois a ele cabe pensar realidades nas quais vive e participa direta ou indiretamente. Escrever portanto nem é um ato tão solitário assim, porque se faz no inconsciente coletivo pairante. 

Esses momentos cruciantes da vida da alma se dão como numa evolução de experiências sentidas e digeridas. Se não há elaboração anímica, particular a alma e aos sentimentos, o que se vive se armazena na memória e fica à disposição da pessoa para quando ela quiser ou puder evocar.

 

A principal experiência pessoal de um autor é criar

Citando algumas obras minhas como a série Psicor, os tipos de caráter em ação, o romance Carne e Unha, a novela Eros, uma vez um cão, o infanto juvenil A Verdade do Chip de Cada Um, entre outros trabalhos, posso dizer que nasceram de uma necessidade autoral, mas foram impulsionados também pelo sentido de elaborar a vida deambulante que havia na mente de quem vê a vida como imagens em movimento, ideias que se cruzam e se harmonizam de alguma forma, e de elaborações sobre as criaturas (personagens incluindo eu) que existem para cumprir um destino, missão ou finalidade.  

Talvez você esteja lendo aqui e tenha também uma boa história para contar. Muitas vezes, é só começar; em outras, sair para buscar um profissional que lhe auxilie nessa tarefa. E depois ainda alguém que publique a obra. Saiba então que o Projeto Letras Criativas poderá lhe ajudar nesses procedimentos. Não deixe de nos consultar se for o caso.

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